CUIABÁ – A nomeação de Joel Machado de Azevedo para o cargo de Superintendente Regional do Incra em Mato Grosso (CCE-1.13), oficializada nesta sexta-feira (22) pelo presidente do órgão, César Fernando Schiavon Aldrighi, gerou uma forte onda de indignação e desconfiança na sociedade civil. A decisão é vista com severas críticas, uma vez que o gestor já havia sido exonerado recentemente do mesmo posto após o desgaste provocado por denúncias de irregularidades. O retorno de Joel ao cargo, chancelado diretamente pelo Palácio do Planalto, é amplamente interpretado como uma insistência política temerária que ignora os critérios de moralidade administrativa.
O controverso retorno joga os holofotes e divide o desgaste político com o Partido dos Trabalhadores (PT) e, em especial, com o deputado estadual Valdir Barranco, apontado como o principal padrinho da indicação. Analistas e setores da sociedade civil alertam que o retorno de um investigado ao comando de uma autarquia tão estratégica para o estado resultará em uma fiscalização implacável e muito mais dura sobre seus atos. Essa blindagem política forçada tende a cobrar um preço alto, prometendo trazer sérios dissabores e prejuízos eleitorais para a imagem do PT e de Barranco em Mato Grosso, diante de uma opinião pública que exige transparência na reforma agrária.
Denúncia e Desconfiança: Joel Machado de Azevedo Retorna ao Comando do Incra em MT sob Apadrinhamento do Deputado Barranco
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