O polêmico Parque Novo Mato Grosso, popularmente apelidado de "Parque dos Bilionários", continua a funcionar como um verdadeiro ralo de dinheiro público para os cofres do Estado. Um novo termo de apostilamento publicado nesta terça-feira (7) revela que o contrato nº 115/2024, firmado entre a MT Participações e Projetos S.A. (MT PAR) e a Construtora Nhambiquaras Ltda., sofreu um reajuste expressivo de 7,22% baseado no índice INCC-DI/FGV. Com essa nova atualização, as obras de extensão da rede elétrica do espaço ganharam um aditivo de R$ 432.052,26, elevando ainda mais o custo de uma estrutura estatal frequentemente criticada por priorizar o luxo e o entretenimento de elites em detrimento de demandas essenciais da população mato-grossense.
A farra financeira ganha contornos ainda mais graves com os desdobramentos contratuais previstos no documento, que joga para o orçamento corrente despesas retroativas a agosto de 2025 e já projeta um impacto cascata sobre o próximo termo aditivo da obra, cujo montante acumulado já ultrapassa os milhões de reais. Enquanto o governo estadual segue justificando os repasses sob a rubrica de dotações orçamentárias e cumprimento de cláusulas contratuais, o avanço desenfreado dos gastos no projeto consolida a imagem do parque como um símbolo máximo de desperdício e má gestão. A insistência em injetar quantias astronômicas em um empreendimento faraônico demonstra uma desconexão alarmante com a realidade fiscal e social do estado.
'Parque dos Bilionários' engole mais R$ 432 mil com a Construtora Nhambiquaras e revela farra com dinheiro estatal em MT
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