O clima político em Cuiabá pegou fogo e a temperatura subiu de vez na Câmara Municipal. Em um desabafo carregado de fúria e indignação, o ex-secretário Amauri Monge disparou uma verdadeira metralhadora de acusações contra o seu ex-chefe, o prefeito Abílio Brunini. Sem papas na língua, Monge subiu o tom para denunciar uma suposta pedalada fiscal que ultrapassa a impressionante marca de R$ 100 milhões de reais dentro da Secretaria Municipal de Educação. O ex-secretário garantiu possuir um arsenal de documentos bombásticos prontos para vir à tona, prometendo desmascarar o que chamou de "irresponsabilidade" da atual gestão e revelando a face oculta do prefeito diante do caos administrativo.
Tomado pela ira, Amauri Monge não poupou adjetivos para classificar a conduta de Abílio Brunini, acusando-o diretamente de armar uma "cortina de fumaça" midiática para desviar a atenção pública e tentar sufocar o escândalo financeiro na pasta da Educação. A declaração acirra drasticamente a crise institucional na capital mato-grossense, encurralando o prefeito contra a parede e elevando ao limite a pressão popular e legislativa por esclarecimentos imediatos sobre o destino dos cofres públicos. Com a promessa de uma "explosão" iminente de provas, o cenário político local se transforma em um verdadeiro campo minado para o chefe do Executivo.
BOMBA EM CUIABÁ: Ex-secretário solta os cachorros e acusa Abílio Brunini de rombo de R$ 100 milhões na Educação
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