Uma das revelações mais surpreendentes da entrevista foi a transferência de despesas de outras pastas para o orçamento da Educação. Amauri Monge revelou que foi voto vencido quando a prefeitura decidiu transferir a gestão do Aquário Municipal para a sua secretaria. O motivo da manobra teria sido a falta de recursos na Secretaria de Turismo para manter o local funcionando, o que obrigou a Educação a assumir os custos de manutenção da estrutura.
"A Educação hoje, com os seus 25%, paga até comida de peixe", disparou Monge ao explicar como a verba carimbada para o ensino público foi desatrelada de sua função principal. Embora o espaço tenha sido reclassificado para receber visitas escolares, o ex-secretário pontuou que esse tipo de arranjo retira recursos preciosos que deveriam ser aplicados diretamente na melhoria das escolas e na valorização dos profissionais da rede municipal.
Absurdo na gestão: Verba da Educação de Cuiabá foi usada para comprar comida de peixe, revela ex-secretário
·
1 minuto de leitura