A realidade das rodovias estaduais em Mato Grosso desmente a propaganda oficial e revela um cenário de completo abandono que coloca em risco a vida de milhares de cidadãos. Em um trajeto de quase 760 quilômetros entre Cuiabá e Juara, o cenário encontrado nas MT-338, MT-160 e MT-220 é desolador: um festival de buracos que castiga quem precisa trafegar pela região. Essa realidade vergonhosa foi denunciada e detalhada nas redes sociais por um empresário Charles Fernando, que também é engenheiro agrônomo, expondo através de seus canais digitais o descaso absoluto com a infraestrutura local. Para muitos, essa malha viária em frangalhos é a verdadeira "herança maldita" deixada por Mauro Mendes e Otaviano Piveta, cuja gestão é marcada por vias totalmente largadas à própria sorte, ignorando a importância estratégica de cidades que são o motor da economia estadual.
O descaso governamental atinge diretamente o coração produtivo do estado, afetando municípios como Itanhangá, Tapurah, Novo Horizonte e Porto dos Gaúchos. Nestas regiões, onde a pujança da soja, do milho e da pecuária gera riqueza bilionária, o que se vê é um governo que vira as costas para a manutenção básica, transformando estradas vitais em armadilhas mortais para carretas e veículos de passeio. Diante do caos, a recente movimentação política de Mauro Mendes é interpretada por críticos não como uma transição, mas como uma fuga deliberada de um governo que termina seu ciclo deixando crateras abertas e um setor produtivo clamando por socorro imediato.
O Legado de Descaso: Rodovias de Mato Grosso Viram "Queijo Suíço" e Mostram Abandono da Gestão Mauro Mendes
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