Vereadora tenta justificar atuação na Câmara de Cuiabá, mas é alvo de duras críticas por "alpinismo eleitoral" e apropriação de programas de gestões passadas.
Ao tentar responder aos questionamentos do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, a vereadora Samantha Iris (conhecida como Samantha do Abílio) acabou expondo o que críticos chamam de "vazio administrativo". Em sua defesa, a parlamentar citou a participação em comissões e o apoio a programas como o "Siminina"; no entanto, adversários apontam que tais projetos são heranças de gestões anteriores, como as de Roberto França e Emanuel Pinheiro, restando à vereadora pouca ou nenhuma entrega de autoria própria após dois anos de mandato.
A reação de Samantha foi classificada por observadores políticos como uma demonstração de fragilidade intelectual e falta de preparo para o debate de alto nível. A acusação que ganha força nos bastidores é a de "alpinismo eleitoral": a vereadora estaria utilizando a estrutura da prefeitura e o capital político em declínio do marido para saltar para uma vaga na Assembleia Legislativa sem sequer concluir seu tempo na Câmara Municipal. Para os opositores, a estratégia visa apenas garantir a manutenção da renda familiar via cargos públicos, evidenciando uma carência de projetos reais para a capital mato-grossense.