“Em caso de nova Constituição, Pedro Taques defende pena de morte para crimes hediondos, políticos corruptos como José Riva e Silval Barbosa e para quem faz contrabando de mercúrio ilegal”

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“Em caso de nova Constituição, Pedro Taques defende pena de morte para crimes hediondos, políticos corruptos como José Riva e Silval Barbosa e para quem faz contrabando de mercúrio ilegal”

Cuiabá, 27 de janeiro de 2026 — O ex-governador e ex-senador Pedro Taques afirmou, em entrevista concedida na tarde desta terça-feira a um podcast local, que se o Brasil vier a adotar uma nova Constituição, ele defenderá a pena de morte para crimes hediondos, políticos corruptos e para quem pratica contrabando ilegal de mercúrio. Taques declarou que o atual sistema penal brasileiro é seletivo ao punir majoritariamente pobres e moradores das periferias, enquanto grandes esquemas de corrupção e crimes ambientais seguem sem punição proporcional. “Defender pena de morte apenas para o pobre é demagogia. Se a lei é dura, ela tem que ser dura para todos — pobres e ricos — que rasgam a Constituição ou desrespeitam as leis”, afirmou.

Durante a entrevista, Taques citou nominalmente o ex-deputado José Geraldo Riva e o ex-governador Silval Barbosa, ambos condenados por corrupção, e questionou se a deputada Janaína Riva defenderia punições máximas para políticos corruptos. O ex-governador também provocou o governador Mauro Mendes, perguntando se ele apoiaria pena de morte para quem atua no contrabando ilegal de mercúrio e na destruição ambiental, mencionando investigações da Polícia Federal envolvendo empresas do setor de garimpo ligadas à família do governador. As declarações repercutiram nos bastidores políticos e reacenderam o debate sobre corrupção, segurança pública e a disputa pelo Senado em Mato Grosso em 2026.