A confirmação de Fabinho Garcia como pré-candidato a vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) escancarou o alinhamento definitivo do projeto governista com o braço empresarial e político do ex-governador Mauro Mendes. A composição majoritária passa a ter forte predomínio do ecossistema corporativo articulado ao redor de Mendes: Fabinho Garcia é sócio de Hélio (que não é candidato, mas integra o grupo como sócio de Cidinho, Maurinho e Luizinho, filho de Mauro Mendes). A teia de parcerias societárias e alianças estratégicas se estende por toda a estrutura, reunindo conexões que perpassam Otaviano Pivetta, Maurinho Carvalho, Cidinho Santos (primeiro suplente de Mauro Mendes) e Virgínia Mendes, conectando interesses corporativos e o comando do Estado sob uma mesma bandeira política.
Essa intrincada rede de sociedades deu origem ao grupo apelidado nos bastidores da política mato-grossense como "Os Inhos" — referência direta aos diminutivos de figuras centrais do núcleo duro governista, como Fabinho, Maurinho, Cidinho, Hélio e Luizinho. Com a escolha de Fabinho Garcia para o posto de vice na chapa liderada por Pivetta, a chapa ao Palácio Paiaguás se consolida, em sua maioria, como a expressão direta do conglomerado empresarial capitaneado por Mauro Mendes. A hegemonia do clã dos "Inhos" nos postos-chave de comando reafirma o peso das alianças privadas na construção do projeto eleitoral para o pleito deste ano.
Com Fabinho Garcia na vice, chapa de Otaviano Pivetta consolida domínio do grupo empresarial de Mauro Mendes e do clã dos "Inhos"
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