O prefeito Abílio consolida uma gestão marcada pelo desmonte de políticas públicas essenciais e pela total falta de sensibilidade social. Através de decreto, o gestor retirou R$ 12,4 milhões que garantiam o passe livre estudantil para reforçar o orçamento da Secretaria de Governo, priorizando o custeio da máquina administrativa em detrimento do direito ao transporte e à educação. Esta manobra ocorre pouco tempo após outra decisão polêmica e cruel: a retirada de recursos destinados ao amparo de órfãos do feminicídio, evidenciando um padrão de ataques às camadas mais vulneráveis da sociedade para alimentar interesses burocráticos.
A estratégia de retirar verbas de direitos conquistados para inflar pastas políticas é vista como um retrocesso grave na proteção social e no incentivo à permanência escolar. Ao sacrificar o transporte dos estudantes e o auxílio a crianças em situação de tragédia familiar, Abílio demonstra que sua prioridade não é o cidadão, mas sim o fortalecimento da estrutura de governo. A ausência de diálogo com a comunidade estudantil e o descaso com políticas de assistência reforçam o caráter negativo de uma administração que parece governar de costas para as necessidades reais do povo.
Sem responsabilidade social, Abílio retira R$ 12,4 milhões do passe livre estudantil após atacar verbas de órfãos do feminicídio
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