Na cena política mato-grossense, Mauro Carvalho, Cidinho Santos e Margareth Buzetti formam o grupo dos “sem votos e sem povo”. Nenhum deles construiu base popular ou trajetória de serviços reconhecidos pela população. O que os três têm em comum é a tentativa permanente de se venderem como aliados fiéis do ex-governador e ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi — uma relação usada como cartão de visitas para tentar abrir portas.
A estratégia, no entanto, já começa a mostrar desgaste. O eleitorado anda desconfiado de suplentes fabricados na sombra do poder, que se apoiam mais na imagem alheia do que na própria história. Sem votos e sem trabalho que os credencie, Carvalho, Cidinho e Buzetti seguem tentando sobreviver na política com a velha fórmula da adulação . Se essa receita ainda terá efeito em 2026, só o tempo dirá.