O professor Divino Marques Pereira da Silva aparece no Portal da Transparência com duas matrículas ativas: uma na EMEB Dep. Ulisses Silveira Guimarães desde 2011, com salário de cerca de R$ 6 mil, e outra na EMEB Jescelino José Reinners desde 2020, com R$ 5,5 mil. Juntas, as remunerações passam de R$ 11,6 mil por mês.
Professores da rede denunciam que ele estaria sem turmas atribuídas em uma das escolas e até lotado em um suposto projeto de fanfarra sem estrutura, o que levanta dúvidas sobre o efetivo desempenho da função.
O caso, que ainda precisa ser apurado pelo Ministério Público, Tribunal de Contas e Secretaria de Educação, pode indicar irregularidades no vínculo e na função exercida, mas somente os órgãos de controle podem confirmar se houve ou não ilegalidade.