A fintech BK Bank virou sinônimo de escândalo nacional ao ser apontada pela Polícia Federal como o “banco paralelo” do PCC, movimentando cerca de R$ 46 bilhões em lavagem de dinheiro no coração da Faria Lima. Ao mesmo tempo em que servia ao crime organizado, a empresa faturou R$ 555 milhões em contratos públicos com órgãos como Correios, Câmara e Senado, operando cartões de benefícios e maquininhas de pagamento.
O choque maior vem de Mato Grosso: mesmo envolvida em investigações, a BK Bank foi contratada pelo governo Mauro Mendes, via Desenvolve MT, para operacionalizar o Cartão do Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (FUNDAAF). Ou seja, o banco acusado de lavar bilhões para facções criminosas continua administrando dinheiro público em solo mato-grossense.
Fonte: Revista Piauí e governo de Mato Grosso