O projeto “A Família, Livro na Mão, Bola no Pé”, defendido pelo deputado estadual Diego Guimarães, já nasce marcado pelo escândalo. Com mais de R$ 5 milhões em emendas parlamentares despejados em um único instituto, a iniciativa é apenas uma cópia barata do programa “Bom de Bola, Bom de Escola” da Prefeitura de Cuiabá, sem planejamento e sem compromisso com inclusão social real. Ao invés de política pública estruturada, o que se vê é o uso descarado de dinheiro público como trampolim de autopromoção.
O grau de politicagem é tão grotesco que o parlamentar criou até um mascote que leva o próprio nome, estampado em quase todo o material publicitário do projeto. Trata-se da pior face da política: clientelismo, personalismo e desperdício de recursos que deveriam servir ao povo mato-grossense. No fim, “A Família, Livro na Mão, Bola no Pé” é apenas vitrine de um deputado inexpressivo, de baixo clero e baixa qualidade política, que transforma cultura e esporte em peça de marketing pessoal.