Cuiabá nas mãos de um consórcio político: Abílio divide a gestão da Prefeitura com Mauro, Pivetta e suas ambições eleitorais

· 1 minuto de leitura
Cuiabá nas mãos de um consórcio político: Abílio divide a gestão da Prefeitura com Mauro, Pivetta e suas ambições eleitorais

A gestão de Cuiabá virou moeda de troca nas eleições de 2026. Desde o primeiro dia de mandato, o prefeito Abílio Brunini abriu mão da autoridade e terceirizou sua gestão para o governador Mauro Mendes e o vice Otaviano Pivetta. Entregou a poderosa Secretaria de Finanças para Marcelo Bussiki, homem de confiança da primeira-dama Virgínia Mendes. Agora, fez da Secretaria de Saúde um reduto político ao nomear Danielle Carmona, ex-interventora e aliada de Mauro. Como se não bastasse, repassou à cota de Pivetta o comando da Limpurb com Wellaton, da Educação com Amauri Monge e, de quebra, a pasta de Habitação para a esposa de Wellaton.

Cuiabá vive uma gestão compartilhada onde o interesse público foi trocado por acomodação política. Nenhum dos envolvidos pensa na cidade: estão preocupados em se cacifar para 2026. A prefeitura virou trampolim eleitoral, loteada entre aliados que agem como se Cuiabá fosse uma extensão do Palácio Paiaguás. O resultado é uma capital sem rumo, comandada por quem sequer foi eleito para cuidar dela.