O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, carrega um histórico marcado por polêmicas e atitudes que revelam um padrão de desrespeito às mulheres na política e na vida pública. Já foi condenado por utilizar mulheres humildes como laranjas em sua chapa de vereador, protagonizou o escândalo da “madrasta fantasma” e, mais recentemente, teve um rompimento explosivo com sua vice-prefeita, Vânia Rosa, que acabou em humilhações públicas, boletim de ocorrência e cenas dignas de série viral nas redes sociais.
O histórico ainda inclui o episódio em que a professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Maria Inês da Silva Barbosa se retirou de um evento oficial após o prefeito proibir o uso de pronome neutro, gesto que ganhou repercussão e críticas pela postura autoritária.
A trajetória expõe não apenas um problema pessoal de relacionamento com mulheres no campo político e institucional, mas um comportamento recorrente que mancha a liturgia do cargo e aprofunda a crise de credibilidade de sua gestão.
“Abílio e seu histórico sombrio com mulheres: de laranjas humildes à vice humilhada , professora expulsa e a misteriosa ‘madrasta fantasma’”
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