Dos 24 deputados estaduais de Mato Grosso, 22 declararam à Justiça Eleitoral patrimônio superior ao informado nas eleições de 2022. O maior crescimento percentual foi registrado por Lúdio Cabral (PT), cujos bens passaram de R$ 244,7 mil para R$ 1,6 milhão, uma alta de 560%.
Na sequência aparecem Paulo Araújo (Republicanos), com crescimento de 279%, e Diego Guimarães (Republicanos), com 206%. Apesar da maior evolução percentual de Lúdio, Carlos Avallone (PSDB) permanece como o parlamentar mais rico da Assembleia Legislativa, com R$ 33,2 milhões declarados.
Apenas Nininho (Republicanos) e Wilson Santos (PSD) informaram redução patrimonial, de 13% e 42%, respectivamente.
Veja a evolução declarada entre 2022 e 2026:
- Lúdio Cabral (PT): de R$ 244.796,24 para R$ 1.613.660,93 — aumento de 560%;
- Paulo Araújo (Republicanos): de R$ 1.061.208,70 para R$ 4.018.764,94 — aumento de 279%;
- Diego Guimarães (Republicanos): de R$ 539.337,52 para R$ 1.649.210,78 — aumento de 206%;
- Elizeu Nascimento (Novo): de R$ 575.780,32 para R$ 1.531.030,06 — aumento de 166%;
- Dr. João (MDB): de R$ 290.511,15 para R$ 753.067,48 — aumento de 159%;
- Fabinho Tardin (Podemos): de R$ 860.600 para R$ 1.924.923,96 — aumento de 124%;
- Thiago Silva (MDB): de R$ 870 mil para R$ 1.942.280,87 — aumento de 123%;
- Carlos Avallone (PSDB): de R$ 18.814.847,20 para R$ 33.244.313 — aumento de 77%;
- Beto Dois a Um (Podemos): de R$ 323.047,17 para R$ 569 mil — aumento de 76%;
- Faissal Calil (PL): de R$ 6.302.483,84 para R$ 10.195.208,28 — aumento de 62%;
- Chico Guarnieri (PSDB): de R$ 4.811.365,91 para R$ 7.344.848,71 — aumento de 53%;
- Max Russi (Podemos): de R$ 3.843.847,67 para R$ 5.772.757 — aumento de 50%;
- Sebastião Rezende (União): de R$ 736.128,34 para R$ 1.029.196,03 — aumento de 40%;
- Dr. Eugênio (Republicanos): de R$ 2.887.086,92 para R$ 3.488.783,83 — aumento de 21%;
- Janaina Riva (MDB): de R$ 1.020.230,03 para R$ 1.228.623,87 — aumento de 20%;
- Eduardo Botelho (MDB): de R$ 4.622.198,66 para R$ 5.368.500,97 — aumento de 16%;
- Valmir Moretto (Republicanos): de R$ 7.662.379,64 para R$ 8.371.574,48 — aumento de 9%;
- Juca do Guaraná (PSDB): de R$ 923 mil para R$ 997.655 — aumento de 8%;
- Dilmar Dal Bosco (União): de R$ 24.657.178,25 para R$ 26.072.919,90 — aumento de 6%;
- Gilberto Cattani (PL): de R$ 990 mil para R$ 1.020.243,21 — aumento de 3%;
- Júlio Campos (União): de R$ 31.177.584,04 para R$ 31.592.311,03 — aumento de 1%;
- Valdir Barranco (PT): de R$ 391.446,25 para R$ 395.937,51 — aumento de 1%;
- Nininho (Republicanos): de R$ 6.909.944,17 para R$ 6.036.239,26 — redução de 13%;
- Wilson Santos (PSD): de R$ 450.657,97 para R$ 262.146,71 — redução de 42%.
Os números são do DivulgaCand e correspondem aos bens informados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral. A evolução patrimonial declarada, isoladamente, não indica irregularidade.