VEXAME NO SENADO: SUPLENTE BUSCA BLINDAR MAURO MENDES E ENVERGONHA MATO GROSSO

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VEXAME NO SENADO: SUPLENTE BUSCA BLINDAR MAURO MENDES E ENVERGONHA MATO GROSSO

A suplente de senadora Margareth Buzetti protagonizou um episódio que mancha a história política de Mato Grosso ao admitir que articulou, nos bastidores de Brasília, para evitar o depoimento do governador Mauro Mendes na CPI do Crime Organizado. Em uma manobra rasteira, Buzetti confessou ter visitado o gabinete do Senador Alessandro Vieira relator sergipano da comissão para pedir que o governador não fosse investigado no polêmico "Caso Consignados". A atitude revela um uso vergonhoso do mandato — que sequer é dela por direito de voto direto — para servir como escudo político, ignorando o dever ético de transparência que a sociedade mato-grossense exige de seus representantes.
Faltando apenas 17 dias para encerrar sua passagem pelo Senado, Buzetti deixa como principal legado uma tentativa frustrada de obstrução da justiça e o desrespeito aos eleitores que esperavam fiscalização, e não cumplicidade. Ao agir como "tropa de choque" para blindar aliados de investigações graves, a suplente encerra seu curto mandato sob o peso da indignação popular e com a imagem desgastada por priorizar a proteção de poderosos em detrimento da verdade. O episódio entra para os anais da política estadual como uma atrocidade democrática cometida por quem preferiu o papel de subordinada ao de senadora.