Sob a condução do presidente Jurandir Lima e do vice-presidente técnico Ricardo Cintra, a Federação Matogrossense de Tênis tem concentrado expressivos repasses governamentais para viabilizar o calendário esportivo da entidade. A destinação dos recursos, contudo, tem chamado a atenção de observadores pelos relatórios de despesas e prestações de contas considerados intrigantes nos bastidores, somados ao direcionamento frequente das ações a um público de alto poder aquisitivo, sem a devida democratização da modalidade para as comunidades de base.
Além do contraste entre o volume milionário investido e o alcance social restrito, o modelo de gestão desperta controvérsias diante de relatos sobre a cobrança de inscrições em competições que já contam com fomento público. A falta de clareza em determinados apontamentos contábeis e a ausência de projetos gratuitos permanentes para jovens em situação de vulnerabilidade intensificam o debate sobre o rigor na fiscalização dos termos de fomento firmados pelo Estado.
PROJETOS MILIONÁRIOS: Prestações de contas intrigantes e foco na elite põem gestão do tênis em MT sob holofotes
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