Prefeito que abriu mão da taxa do lixo, recusou empréstimo aprovado de R$ 180 mi, acabou com Refis e disse não precisar de Lula agora ameaça decretar calamidade 💸🤯

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Prefeito que abriu mão da taxa do lixo, recusou empréstimo aprovado de R$ 180 mi, acabou com Refis e disse não precisar de Lula agora ameaça decretar calamidade 💸🤯

Em apenas dez meses de mandato, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, mergulhou a administração municipal em um desequilíbrio financeiro que já começa a se refletir nas ruas da capital. Mesmo tendo aberto mão da taxa do lixo, cancelado o Refis que permitiria a recuperação de créditos da prefeitura, recusado um empréstimo superior a R$ 180 milhões já aprovado pela Câmara e declarado publicamente que “Cuiabá não precisa do dinheiro do governo Lula”, Abílio agora admite a possibilidade de decretar calamidade financeira. A postura contraditória levanta questionamentos sobre a capacidade de planejamento e gestão do atual prefeito.

Enquanto anuncia dificuldade de caixa, a gestão de Abílio tem demonstrado sinais claros de colapso operacional. Segundo apuração do Blog do Popó, mais de 200 trabalhadores da limpeza urbana foram demitidos da Limpurb, provocando acúmulo de lixo e sujeira visível em vários bairros. A cidade, que já sofre com cortes em serviços básicos, sente o impacto de uma administração que prefere alimentar narrativas para redes sociais em vez de estruturar soluções reais para os problemas da população.

A incoerência do prefeito gera apreensão entre servidores e contribuintes. Ao rejeitar fontes de receita e socorro financeiro, Abílio compromete a capacidade do município de honrar compromissos básicos — inclusive o pagamento da folha ainda em 2025. Especialistas alertam que decretar calamidade após abrir mão deliberadamente de receitas e apoio federal é um sinal preocupante de improvisação administrativa e falta de planejamento, transformando Cuiabá em palco de um caos financeiro e urbano jamais visto em tão pouco tempo de governo.