Novos supostos prints atribuídos a conversas entre ex-ajudante de ordens de Virginia Mendes vazam mesmo após entrega de celular à PF
O vazamento de uma nova sequência de supostos prints atribuídos a registros telefônicos envolvendo o 1º sargento da PM Eros Rogério Barros Araújo e a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, voltou a movimentar os bastidores políticos locais. O material ganha repercussão pelo fato de envolver supostas ordens diretas que teriam mobilizado a própria tropa, colocando os policiais militares da escolta no centro de apurações sobre a quebra de protocolos na segurança de dignitários — doutrina que prevê a permanência de agentes nos corredores de hotéis em viagens oficiais fora de Cuiabá —, procedimento que, segundo relatos que circulam, só era dispensado quando a primeira-dama viajava sem a companhia do governador.
Os supostos prints apontam para um episódio específico que teria ocorrido em 24 de maio de 2024, após agenda oficial em Cáceres sem a presença do chefe do Executivo, ocasião em que o hotel contava com a circulação estimada de cerca de 60 pessoas. De acordo com as mensagens vazadas, o superintendente do Gabinete Militar teria dialogado diretamente com Eros após receber determinação atribuída à primeira-dama para recolher a guarnição do corredor, ordem que, segundo o teor do conteúdo divulgado.




