Max Russi sinaliza aliança com Pivetta e coloca Podemos no centro da sucessão de 2026

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Max Russi sinaliza aliança com Pivetta e coloca Podemos no centro da sucessão de 2026

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, consolidou-se como a "noiva" mais cobiçada da política mato-grossense ao oficializar sua entrada no Podemos, trazendo consigo uma legião de prefeitos e lideranças. Embora seja cortejado abertamente por nomes como Jaime Campos e Wellington Fagundes — que chegaram a oferecer a vaga de vice para sua esposa, a prefeita Andreia Wagner —, Russi dá sinais claros de que sua preferência deve ser o encaminhamento de um projeto conjunto com o vice-governador Otaviano Pivetta. A movimentação indica uma tendência de manutenção da base aliada ao governador Mauro Mendes, fortalecendo a musculatura do Podemos para as próximas composições majoritárias.
Apesar dos convites insistentes de outros grupos, a prioridade de Max Russi parece ser a construção de uma aliança que garanta a continuidade do atual grupo político no poder. Ao priorizar o diálogo com Pivetta, Russi deixa os senadores veteranos em uma posição de espera, enquanto aguarda o amadurecimento das negociações de bastidores. A estratégia de não selar um compromisso definitivo agora permite ao deputado manter o Podemos como peça-chave no tabuleiro, mas o caminho trilhado até aqui aponta fortemente para um palanque unificado entre o Palácio Paiaguás e a força municipalista liderada por Max.