A novela do Hospital Central revela a politicagem do governo Mauro Mendes: depois de anunciar o fim da obra diversas vezes, marcar datas e brincar com a inteligência da população, em maio de 2024 o próprio governo divulgou que a construção estava em 95%, mas até hoje a unidade não foi entregue. A impressão é de que a obra é usada como peça de marketing eleitoral, para ser inaugurada perto da saída de Mendes rumo ao Senado, evitando assumir o custeio pesado que um hospital de alta complexidade exige. No fundo, o governador foge da responsabilidade de administrar recursos para a saúde e para qualquer área social, deixando a população à mercê de promessas não cumpridas.
Hospital Central: Mauro embroma — governo anunciou 95% da obra em maio de 2024, mas até hoje não entregou; promessas viraram arma eleitoral enquanto a população segue sem atendimento.
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