A corrida eleitoral pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) transformou a chapa proporcional do MDB em um verdadeiro campo minado de votos. Com projeções de analistas e lideranças partidárias indicando a conquista de até quatro cadeiras na Casa, cinco figuras de proa do partido disputam voto a voto a permanência ou o ingresso no Parlamento: os deputados com mandato Eduardo Botelho, Dr. João e Thiago Silva, a empresária Jéssica Riva e o ex-prefeito e ex-presidente da AMM, Léo Bortolin. A matemática impõe uma certeza incômoda aos bastidores da legenda: ao menos um desses medalhões terminará as eleições sem assento no Legislativo estadual.
O confronto coloca em rota de colisão fortes bases eleitorais regionais e corporativas, distribuídas entre a Baixada Cuiabana, o Médio-Norte, o Sul do estado e redutos do agronegócio e evangélicos. Além da disputa acirrada entre os cinco favoritos do primeiro escalão, a chapa emedebista depende diretamente do desempenho dos demais candidatos que compõem o grupo para engordar o quociente eleitoral e garantir a cobiçada quarta vaga. Sem margem para erros ou transferência automática de votos, a disputa interna promete ser decidida detalhe a detalhe nas urnas.
Guerra interna no MDB: 5 pesos-pesados disputam 4 cadeiras e desenham ‘chapa da morte’ na ALMT
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