Abílio vira “Paz & Amor”… até descobrirem que o calmante era só marketing

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Abílio vira “Paz & Amor”… até descobrirem que o calmante era só marketing

Quem diria? Abílio Brunini — aquele mesmo que já tocou o terror na tribuna, debochou de colegas, perdeu o freio, subiu em mesa e transformou sessão da Câmara num show de stand-up sem graça — agora aparece vestido de guru do equilíbrio, falando fininho, juntando as mãozinhas como um “bom menino” e pagando de pacificador nacional no embate Eduardo Bolsonaro x Mauro Mendes. Um personagem tão inesperado quanto mal ensaiado.

No vídeo, Abílio analisa a treta como se fosse referência de maturidade emocional, criticando o “retroalimentar da discussão” e se colocando como apaziguador zen . Mas o público cuiabano sabe reconhecer atuação quando vê: o “novo Abílio calmo” parece mais estratégia de sobrevivência do que evolução de caráter. É o figurino perfeito para quem está com a gestão atolada, sob pressão e tentando vender a imagem de estadista justo quando o barco balança. O problema? A memória da cidade é longa. O verdadeiro Abílio — explosivo, adolescente tardio na política, descontrolado e especializado em provocar barraco — continua ali, só esperando a primeira fagulha para voltar a cena. Porque, convenhamos, personagem muda; essência, não.