O prefeito Abílio Brunini ultrapassou todos os limites do autoritarismo ao mandar um servidor da própria Secretaria de Comunicação (Secom) se infiltrar em uma reunião legítima dos moradores do Contorno Leste. O ato foi flagrado e denunciado pela própria comunidade, que não aceitou a presença do “espião” e o expulsou do encontro .
A tentativa de manter um agente público infiltrado em um movimento popular é uma prática de espionagem incompatível com a democracia e com o respeito ao cidadão. Ao invés de ouvir as demandas da população de forma transparente, Abílio prefere vigiar, controlar e constranger quem ousa se organizar. O episódio reforça o caráter antidemocrático da gestão, que deveria investir no diálogo, mas opta pelo caminho da perseguição e do medo.